Livreto Celebrativo | Missa Privada ao Cabido Metropolitano de São João del Creeper

 


LIVRETO CELEBRATIVO
MISSA PRIVADA DO CABIDO
CELEBRADO PELO PRESIDENTE 
  MONSENHOR LEANDRO GUILHERME 
Catedral Basílica Primaz N. Sra. do Pilar  06.02.26

RITOS INICIAIS 

CANTO DE ENTRADA 
( Gaudeamus omnes - William Byrd)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

​GAUDEAMUS OMNES IN DOMINO

​GAUDEAMUS OMNES IN DOMINO,

DIEM FESTUM CELEBRANTES

SUB HONORE SANCTORUM MARTYRUM:

DE QUORUM SOLEMNITATE GAUDENT ANGELI,

ET COLLAUDANT FILIUM DEI.

​EXSULTATE JUSTI IN DOMINO:

RECTOS DECET COLLAUDATIO.

GLORIA PATRI ET FILIO ET SPIRITUI SANCTO.

SICUT ERAT IN PRINCIPIO ET NUNC ET SEMPER,

ET IN SÆCULA SÆCULORUM. AMEN.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

SAUDAÇÃO 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.

O povo responde:

℟.: Amen.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:

Pres.: Gratia Domini nostri Iesu Christi, et caritas Dei, et communicatio Sancti Spiritus sit cum omnibus vobis.

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL 

Primeira fórmula

Pres.: Fratres, agnoscámus peccáta nostra, ut apti simus ad sacra mystéria celebránda.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

℟.: Confíteor Deo omnipoténti et tibi, frater, quia peccávi nimis cogitatióne, verbo, ópere et omissióne: et, percutientes sibi pectus, dicunt: 

e, batendo no peito, dizem:

mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa. Deinde prosequuntur: Ideo precor beátam Maríam semper Vírginem, omnes Angelos et Sanctos, et te, frater, oráre pro me ad Dóminum Deum nostrum.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Misereátur nostri omnípotens Deus et, dimíssis peccátis nostris, perdúcat nos ad vitam aetérnam.

O povo responde:

℟.: Amen.

KYRIE ELEISON 

(Widor Mass, Op. 36 I.)

KYRIE ELEISON 

KYRIE ELEISON 

CHRISTE ELEISON 

CHRISTE ELEISON 

KYRIE ELEISON 

KYRIE ELEISON 

ORAÇÃO COLETA 

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Ó Deus, força de todos os santos, que, pelo martírio da cruz, chamastes à verdadeira vida São Paulo Miki e seus companheiros, concedei-nos, por sua intercessão, perseverar até a morte firmes na fé que professamos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA 

PRIMEIRA LEITURA 

(Eclo 47, 2-13)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor:  Leitura do Livro do Eclesiástico. Como a gordura, que se separa do sacrifício pacífico, assim também sobressai Davi, entre os israelitas. Brincou com leões como se fossem cabritos e com ursos, como se fossem cordeiros. Não foi ele que, ainda jovem, matou o gigante e retirou do seu povo a desonra? Ao levantar a mão com a pedra na funda, ele abateu o orgulho de Golias. Pois invocou o Senhor, o Altíssimo, e este deu força a seu braço direito e ele acabou com um poderoso guerreiro e reergueu o poder do seu povo. Assim foi que o glorificaram por dez mil e o louvaram pelas bênçãos do Senhor, oferecendo-lhe uma coroa de glória. Pois esmagou os inimigos por toda a parte, e aniquilou os Filisteus, seus adversários, abatendo até hoje o seu poder. Em todas as suas obras dava graças ao Santo Altíssimo, com palavras de louvor: de todo o coração louvava o Senhor, mostrando que amava a Deus, seu Criador. Diante do altar colocou cantores, que deviam acompanhar suavemente as melodias. Deu grande esplendor às festas e ordenou com perfeição as solenidades até o fim do ano: fez com que louvassem o santo Nome do Senhor, enchendo o santuário de harmonia desde a aurora. O Senhor lhe perdoou os seus pecados, e exaltou para sempre o seu poder; concedeu-lhe a aliança real e um trono glorioso em Israel.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Verbum Domini 

Todos aclamam:

℟.: Deo gratias 

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SALMO RESPONSORIAL 

(Sl 17(18), 31. 47 e 50. 51 (R. cf. 47b))

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

℟.: Louvado seja Deus, meu Salvador!

— São perfeitos os caminhos do Senhor, sua palavra é provada pelo fogo; nosso Deus é um escudo poderoso para aqueles que a ele se confiam. ℟.

— Viva o Senhor! Bendito seja o meu Rochedo! E louvado seja Deus, meu Salvador! Por isso, entre as nações, vos louvarei, cantarei salmos, ó Senhor, ao vosso nome. ℟.

— Concedeis ao vosso rei grandes vitórias e mostrais misericórdia ao vosso Ungido, a Davi e à sua casa para sempre. ℟.

Após o salmo, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO 

(Mass of the Transfiguration)

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

ALLELUIA,  ALLELUIA, ALELUIA 

ALLELUIA,  ALLELUIA, ALELUIA 

YOUR WORDS, LORD, ARE SPIRIT AND LIFE;

YOU HAVE THE WORDS OF EVERLASTING LIFE.

ALLELUIA,  ALLELUIA, ALELUIA 

ALLELUIA,  ALLELUIA, ALELUIA 

EVANGELHO 

(Mc 6, 14-29)

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. 

o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:

Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

O sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: Dominus vobiscum.

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo.

O sacerdote, diz:

℣.: Lectio sancti Evangelii secundum Marcum.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo aclama:

℟.: Gloria tibi, Domine.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

Então o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, o rei Herodes ouviu falar de Jesus, cujo nome se tinha tornado muito conhecido. Alguns diziam: “João Batista ressuscitou dos mortos. Por isso os poderes agem nesse homem”. Outros diziam: “É Elias”. Outros ainda diziam: “É um profeta como um dos profetas”. Ouvindo isto, Herodes disse: “Ele é João Batista. Eu mandei cortar a cabeça dele, mas ele ressuscitou!” Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher do seu irmão Filipe, com quem se tinha casado. João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava. Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu to darei”. E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”. Ela saiu e perguntou à mãe: “O que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.

Terminado o Evangelho, o sacerdote aclama:

℣.: Verbum Domini 

O povo aclama:

℟.: Gloria tibi Domine

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA 

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA 

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS 

(O quam gloriosum - Tomás Luis)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

​​O QUAM GLORIOSUM EST REGNUM,

IN QUO CUM CHRISTO GAUDENT OMNES SANCTI!

AMICTI STOLIS ALBIS,

SEQUUNTUR AGNUM QUOCUMQUE IERIT.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO 

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Pai santo, aceitai as oferendas que vos apresentamos na comemoração dos santos mártires e a nós, vossos servos e servas, concedei a graça de permanecer firmes na confissão do vosso nome. Por Cristo, nosso Senhor.

o terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

PREFÁCIO DOS MÁRTIRES I

(O testemunho do martírio)

Este prefácio deve ser usado nas solenidades e festas dos Santos Mártires; ele pode ser rezado também em suas memórias.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: Dominus vobiscum.

℟.: Et cum spiritu tuo.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Sursum corda.

℟.: Habemus ad Dominum.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Gratias agamus Domino Deo nostro.

℟.: Dignum et iustum est.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. O sangue que os Santos Mártires Paulo Miki e seus companheiros. derramaram, à imitação de Cristo, para a glória do vosso nome, manifesta as vossas maravilhas; assim, transformais a fragilidade humana em força e aos fracos dais coragem para o testemunho, por Cristo, Senhor nosso. Por isso, com as Virtudes celestes, vos celebramos na terra louvando vossa majestade, cantando a uma só voz:

SANCTUS 

(Widor Mass, Op 36 III.) 

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando:

SANCTUS, SANCTUS,  SANCTUS,

DOMINUS DEUS SABAOTH PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA 

PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA 

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS, DOMINUS DEUS SABAOTH 

HOSANNA, HOSANNA IN EXCELSIS 

HOSANNA IN EXCELSIS 

PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II 

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

A assembleia aclama:

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Qui cum Passioni voluntarie traderetur,

toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:

accepit panem et gratias agens fregit, deditque discipulis suis, dicens:

inclina-se levemente

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Pres.: Simili modo, postquam cenatum est,

toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:

accipiens et calicem iterum tibi gratias agens dedit discipulis suis, dicens:

inclina-se levemente

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé e do amor!

A assembleia aclama:

℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

A assembleia aclama:

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

A assembleia aclama:

℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Inocêncio, com o nosso Bispo Wesley Miguel e seu auxiliar José Roberto, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

A assembleia aclama:

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

A assembleia aclama:

℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, a senhora do Pilar, São José, seu esposo, os Apóstolos, São Paulo Miki e seu companheiros, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos

une as mãos

por Jesus Cristo, vosso Filho.

DOXOLÓGIA 

(Mass of the Transfiguration)

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Per ipsum, et chuhm ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria per omnia sǽcula sæculorum.

A assembleia aclama:

 ℟.: AMEN, AMEN, AMEN 

ORAÇÃO DO SENHOR 

(Pater Noster)

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:

Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Líbera nos, quaesumus, Dómine, ab ómnibus malis, da propítius pacem in diébus nostris, ut, ope misericórdiae tuae adiúti, et a peccáto simus semper líberi et ab omni perturbatióne secúri: exspectántes beátam spem et advéntum Salvatóris nostri Iesu Christi. 

O sacerdote une as mãos. 

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Quia tuum est regnum, et potéstas, et glória in saecula.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Dómine Iesu Christe, qui dixísti Apóstolis tuis: Pacem relínquo vobis, pacem meam do vobis: ne respícias peccáta nostra, sed fidem Ecclésiae tuae; eámque secúndum voluntátem tuam pacificáre et coadunáre dignéris.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Qui vivis et regnas in saecula saeculórum. 

O povo responde:

℟.: Amen.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: Pax Dómini sit semper vobíscum. 

O povo responde:

℟.: Et cum spíritu tuo.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

AGNUS DEI 

(Widor Mass, Op 36 V)

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI DONA NOBIS PACEM 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI DONA NOBIS PACEM 

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Quem comhe minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

℟.: Amém.

E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

COMUNHÃO 

(O sacrum convivium - Thomas Tallis)

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

​​O SACRUM CONVIVIUM!

IN QUO CHRISTUS SUMITUR:

RECOLITUR MEMORIA PASSIONIS EIUS:

MENS IMPLETUR GRATIA:

ET FUTURÆ GLORIÆ NOBIS PIGNUS DATUR.

ALLELUIA.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO 

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Ó Deus, manifestastes de modo admirável o mistério da cruz em vossos mártires, concedei-nos benigno que, fortalecidos por este sacrifício, permaneçamos fielmente unidos a Cristo e trabalhemos na Igreja para a salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

RITOS FINAIS

AVISOS

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

SÁBADO | 07.02

 16h00m - Missa Solene de Imposição do Pálio Pastoral de Dom Wesley Miguel, na Catedral Basílica Primaz Nossa Senhora do Pilar|Pres. Dom Eduardo Card. Taras 

DOMINGO | 08.02

16h00m - Missa de Imposição do Barrete nos Cônegos Douglas Brandão e Luiz Samuel, na Catedral Metropolitana|Pres. Dom Wesley Miguel.

DOMINGO | 08.02

21h00m - Santa Missa dominical presidida pelo Papa Inocêncio II na Basílica de São Pedro.

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: Dominus vobiscum.

℟.: Et cum spiritu tuo.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:

Pres.: Benedícat vos omnípotens Deus, Pater, et Fílius +, et Spíritus Sanctus.

℟.: Amen.

O próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

℣.: Ite, missa est.

O povo responde:

℟.: Deo gratias.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

ANTÍFONA MARIANA 

(Ave Regina Caelorum - Tomás Luis)

​AVE, REGINA CÆLORUM,

AVE, DOMINA ANGELORUM:

SALVE, RADIX, SALVE, PORTA

EX QUA MUNDO LUX EST ORTA:

​GAUDE, VIRGO GLORIOSA,

SUPER OMNES SPECIOSA,

VALE, O VALDE DECORA,

ET PRO NOBIS CHRISTUM EXORA.

Postagem Anterior Próxima Postagem