Livreto Celebrativo | Missa da Ceia do Senhor

LIVRETO CELEBRATIVO

QUINTA-FEIRA DA CEIA DO SENHOR
MISSA VESPERTINA

02.04.2026

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

(Quanto a nós devemos gloriar-nos)

QUANTO A NÓS DEVEMOS GLORIAR-NOS NA CRUZ
DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
QUE É NOSSA SALVAÇÃO, NOSSA VIDA,
NOSSA ESPERANÇA DE RESSUREIÇÃO,
É PELO QUAL FOMOS SALVOS E LIBERTOS.

ESTA É A NOITE DA CEIA PASCAL,
A CEIA EM QUE NOSSO CORDEIRO SE IMOLOU.

QUANTO A NÓS DEVEMOS GLORIAR-NOS NA CRUZ
DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
QUE É NOSSA SALVAÇÃO, NOSSA VIDA,
NOSSA ESPERANÇA DE RESSUREIÇÃO,
É PELO QUAL FOMOS SALVOS E LIBERTOS.

ESTA É A NOITE DA CEIA DO AMOR.
A CEIA EM QUE JESUS POR NÓS SE ENTREGOU.

QUANTO A NÓS DEVEMOS GLORIAR-NOS NA CRUZ
DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
QUE É NOSSA SALVAÇÃO, NOSSA VIDA,
NOSSA ESPERANÇA DE RESSUREIÇÃO,
É PELO QUAL FOMOS SALVOS E LIBERTOS.


Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.
O povo responde:
℟.: Amen.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: Pax vobis.
E o povo responde:
℟.: Et cum spiritu 

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Pres.: Fratres, agnoscámus peccáta nostra, ut apti simus ad sacra mystéria celebránda.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Confiteor Deo omnipotenti, beatae Mariae semper Virgini, beato Michaeli Archangelo, beato Ioanni Baptistae, sanctis Apostolis Petro et Paulo, et omnibus Sanctis, quia peccavi nimis cogitatione, verbo et opere: mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Ideo precor beatam Mariam semper Virginem, beatum Michaelem Archangelum, beatum Ioannem Baptistam, sanctos Apostolos Petrum et Paulum, et omnes Sanctos, orare pro me ad Dominum Deum nostrum. Amen.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Misereátur nostri omnípotens Deus et, dimíssis peccátis nostris, perdúcat nos ad vitam aetérnam.
O povo responde:
℟.: Amen.

Segue-se as invocações Kyrie eleisoncaso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
Pres.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.
Pres.: Christe, eléison.
℟.: Christe, eléison.
Pres.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.

HINO DO GLÓRIA
(Gloria - De Angelis)

Canta-se em seguida o hino:

GLORIA IN EXCELSIS DEO, ET IN TERRA PAX HOMÍNIBUS BONAE VOLUNTÁTIS. LAUDÁMUS TE, BENEDÍCIMUS TE, ADORÁMUS TE, GLORIFICÁMUS TE, GRÁTIAS ÁGIMUS TIBI PROPTER MAGNAM GLÓRIAM TUAM. DÓMINE DEUS, REX CAELÉSTIS, DEUS PATER OMNÍPOTENS. DÓMINE FILI UNIGÉNITE, IESU CHRISTE. DÓMINE DEUS, AGNUS DEI, FÍLIUS PATRIS. QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI, MISERÉRE NOBIS; QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI, SÚSCIPE DEPRECATIÓNEM NOSTRAM; QUI SEDES AD DÉXTERAM PATRIS, MISERÉRE NOBIS. QUÓNIAM TU SOLUS SANCTUS, TU SOLUS DÓMINUS, TU SOLUS ALTÍSSIMUS, IESU CHRISTE, CUM SANCTO SPÍRITU, IN GLORIA DEI PATRIS. AMEN.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: — Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Pai, estamos reunidos para a santa Ceia, na qual o vosso Filho Unigênito, 
ao entregar-se à morte, deu à sua Igreja um novo e eterno sacrifício, 
— como banquete do seu amor. Concedei-nos, por mistério tão excelso, 
— chegar à plenitude da caridade e da vida. 
— Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, 
— e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: — Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Ex 12, 1-8. 11-14)

Leitor: Leitura do Livro do Êxodo.
Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés e a Aarão no Egito: “Este mês será para vós o começo dos meses; será o primeiro mês do ano. Falai a toda a comunidade dos filhos de Israel, dizendo: ‘No décimo dia deste mês, cada um tome um cordeiro por família, um cordeiro para cada casa. Se a família não for bastante numerosa para comer um cordeiro, convidará também o vizinho mais próximo, de acordo com o número de pessoas. Deveis calcular o número de comensais, conforme o tamanho do cordeiro. O cordeiro será sem defeito, macho, de um ano. Podereis escolher tanto um cordeiro, como um cabrito: e devereis guardá-lo preso até ao dia catorze deste mês. Então toda a comunidade de Israel reunida o imolará ao cair da tarde.  Tomareis um pouco do seu sangue e untareis os marcos e a travessa da porta, nas casas em que o comerem. Comereis a carne nessa mesma noite, assada ao fogo, com pães ázimos e ervas amargas. Assim devereis comê-lo: com os rins cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão. E comereis às pressas, pois é a Páscoa, isto é, a ‘Passagem’ do Senhor! E naquela noite passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até os animais; e infligirei castigos contra todos os deuses do Egito, eu, o Senhor. O sangue servirá de sinal nas casas onde estiverdes. Ao ver o sangue, passarei adiante, e não vos atingirá a praga exterminadora, quando eu ferir a terra do Egito. Este dia será para vós uma festa memorável em honra do Senhor, que haveis de celebrar por todas as gerações, como instituição perpétua.”
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 115)

— O CÁLICE PHOR NÓS ABENÇOADO É A NOSSA COMUNHÃO COM O SANGUE DO SENHOR.

— QUE PODEREI RETRIBUIR AO SENHOR DEUS POR TUDO AQUILO QUE ELE FEZ EM MEU FAVOR? ELEVO O CÁLICE DA MINHA SALVAÇÃO, INVOCANDO O NOME SANTO DO SENHOR.

— É SENTIDA POR DEMAIS PELO SENHOR A MORTE DE SEUS SANTOS, SEUS AMIGOS. EIS QUE SOU O VOSSO SERVO, Ó SENHOR, MAS ME QUEBRASTES OS GRILHÕES DA ESCRAVIDÃO!

— POR ISSO OFERTO UM SACRIFÍCIO DE LOUVOR, INVOCANDO O NOME SANTO DO SENHOR. VOU CUMPRIR MINHAS PROMESSAS AO SENHOR NA PRESENÇA DE SEU POVO REUNIDO.


SEGUNDA LEITURA
(1Cor 11, 23-26)

Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.
Irmãos: O que eu recebi do Senhor, foi isso que eu vos transmiti: Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória.” Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória.” Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Novo mandamento)

EU VOS DOU UM NOVO MANDAMENTO:
QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS
ASSIM COMO EU VOS AMEI
DISSE O SENHOR
QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS
ASSIM COMO EU VOS AMEI
DISSE O SENHOR.

FELIZES OS PUROS EM SEUS CAMINHOS
OS QUE ANDAM NA LEI DO SENHOR.

EU VOS DOU UM NOVO MANDAMENTO:
QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS
ASSIM COMO EU VOS AMEI
DISSE O SENHOR
QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS
ASSIM COMO EU VOS AMEI
DISSE O SENHOR.

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Jo 13, 1-15)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.
— O Senhor esteja convosco.
℟.:  Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: — Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.
— Era antes da festa da Páscoa.  Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar 
— deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. 
— Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, 
— o propósito de entregar Jesus. Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos 
— e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, levantou-se da mesa, tirou o manto, 
— pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. Derramou água numa bacia e começou 
— a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido. 
— Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” 
— Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás.” 
— Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, 
— não terás parte comigo.” Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, 
— mas também as mãos e a cabeça.” Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar 
— senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos.” 
— Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem todos estais limpos.” 
— Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. 
— E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? Vós me chamais Mestre e Senhor, 
— e dizeis bem, pois eu o sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, 
— também vós deveis lavar os pés uns dos outros. 
— Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz.”
℣.— Palavra da Salvação.
℟.: — Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Depois da proclamação do Evangelho, o sacerdote faz a homilia, na qual são explicados os principais mistérios comemorados nesta Missa: a instituição da sagrada Eucaristia e da Ordem sacerdotal, bem como o mandato do Senhor sobre a caridade fraterna.

LAVA-PÉS
(Jesus erguendo-se na Ceia)

Terminada a homilia, procede-se ao lava-pés, onde razões pastorais o aconselharem.

As pessoas escolhidas são levadas pelos ministros aos assentos preparados em lugar conveniente. O sacerdote (tendo retirado a casula, se necessário) aproxima-se de cada uma, lava e enxuga-lhe os pés, auxiliado pelos ministros.

Ⓔ O Bispo depõe a mitra e a casula, mas não a dalmática, no caso de a usar, e cinge-se, se for conveniente, com um gremial de linho adequado.

Enquanto isso, cantam-se algumas das seguintes antífonas ou outros cantos apropriados.

JESUS, ERGUENDO-SE DA CEIA, JARRO E BACIA TOMOU. 
LAVOU OS PÉS DOS DISCÍPULOS, ESTE EXEMPLO NOS DEIXOU.
AOS PÉS DE PEDRO INCLINOU-SE.
"Ó MESTRE NÃO POR QUEM ÉS!" 
"NÃO TERÁS PARTE COMIGO SE NÃO LAVAR OS TEUS PÉS."
"NÃO TERÁS PARTE COMIGO SE NÃO LAVAR OS TEUS PÉS."

"ÉS O SENHOR, TU ÉS O MESTRE, OS MEUS PÉS NÃO LAVARÁS!" 
"O QUE ORA FAÇO NÃO SABES, MAS DEPOIS COMPREENDERÁS.
SE EU VOSSO MESTRE E SENHOR, VOSSOS PÉS HOJE LAVEI,
LAVAI OS PÉS UNS DOS OUTROS! EIS A LIÇÃO QUE VOS DEI."
"LAVAI OS PÉS UNS DOS OUTROS! EIS A LIÇÃO QUE VOS DEI."

"EIS COMO IRÃO RECONHECER-VOS COMO DISCÍPULOS MEUS, 
SE VOS AMAIS UNS AOS OUTROS,"
DISSE JESUS PARA OS SEUS.
"DOU-VOS NOVO MANDAMENTO.
DEIXO, AO PARTIR, NOVA LEI: 
QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS ASSIM COMO EU VOS AMEI!"
"QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS ASSIM COMO EU VOS AMEI!"

Depois do lava-pés, o sacerdote lava e enxuga as mãos, retoma a casula e volta à cadeira, de onde preside a oração dos fiéis.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Pres.: Irmãos e irmās, o Senhor Jesus, aproximando-se da hora da sua paixão, nos deu o testamento do seu amor no humilde gesto de lavar os pés e no dom inefável da Eucaristia. Conscientes de que o Pai entregou tudo nas suas mãos, elevemos a ele a nossa oração, dizendo:
℟.: Jesus, nosso Mestre e Senhor, ouvi-nos.

1. Pelo bispo e os presbíteros da nossa diocese, para que o sacerdócio deles seja vivido como serviço incansável de doação, em vista do Reino de Deus e da nova vida dos irmãos e irmãs das nossas comunidades, rezemos.

2. Por todo o povo cristão, para que, nesta mesa pascal, aprenda a partir o pão com os necessitados, a ir ao encontro dos mais humildes, a servir os sofredores e a reconhecer os sinais da presença de Cristo no meio da sua Igreja, rezemos.

3. Pelos cristãos divididos, para que o memorial da Ceia do Senhor faça ressoar, no coração de cada um, o ardente apelo pela unidade e pela hospitalidade da fé, rezemos.

4. Por todos aqueles que vivem em situação de pecado, para que confiem sempre mais na misericórdia do Pai e, na acolhida da Igreja, sintam a comunhão e a fraternidade dos irmãos, rezemos.

Pres.: Ó Pai, que derrubais dos tronos os orgulhosos e exaltais os humildes, escutai nossas orações e sede propício ao nosso clamor. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
(Ubi Caritas)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

UBI CARITAS EST VERA, EST VERA
DEUS IBI EST
DEUS IBI EST

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: — Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: — Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome,
— para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: — Concedei-nos, Senhor, a graça de participar dignamente 
destes santos mistérios, pois todas as vezes que celebramos 
o memorial do sacrifício do vosso Filho, realiza-se 
— em nós a obra da redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: — Amém.

PREFÁCIO DA SANTÍSSIMA EUCARISTIA I
(Sacrifício e sacramento de Cristo)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: — O Senhor esteja convosco.
℟.: — Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: — Corações ao alto.
℟.: — O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.:  — Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, 
— sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, 
— por Cristo, Senhor nosso. Sacerdote verdadeiro e eterno, ao instituir o 
— rito do sacrifício perene, ele se ofereceu a vós por primeiro como vítima de salvação, 
— e nos mandou perpetuar a oferta em sua memória. Seu corpo, phor nós imolado, 
— é alimento que nos dá força; seu sangue, phor nós derramado, é bebida que nos purifica. 
— Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, 
— entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:

Santo
(Sanctus - De Angelis)

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS, DOMINUS DEUS SABAOTH!

PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA.
HOSANNA IN EXCELSIS!

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS, DOMINUS DEUS SABAOTH!

BENEDICTUS, QUI VENIT IN NOMINE DOMINI.
HOSANNA IN EXCELSIS!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Inocêncio, o nosso Arcebispo Wesley Miguel, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
℟.: — Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
℟.: — Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o dia santo em que nosso Senhor Jesus Cristo foi entregue phor nós. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. 
℟.: — Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; em memória do dia em que nosso Senhor Jesus Cristo entregou aos seus discípulos o mistério do seu Corpo e do seu Sangue, para que o celebrassem. Dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
℟.: — Enviai o vosso Espírito Santo!

(Narrativa da Instituição)

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: — Hodie, qui, prídie quam paterétur
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
— accépit panem in sanctas ac venerábiles manus suas
eleva os olhos,
— et elevátis óculis in cælum ad te Deum Patrem suum omnipoténtem, tibi grátias agens benedíxit, fregit, dedítque discípulis suis
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: — Símili modo, postquam cenátum est,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
— accípiens et hunc præclárum cálicem in sanctas ac venerábiles manus suas, item tibi grátias agens benedíxit, dedítque discípulis suis.
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

(Aclamação Memorial)

Pres.: — Mistério da fé!
℟.: — Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
℟.: — Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
 
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
℟.: — O Espírito nos una num só corpo!

Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
℟.: — Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não phor nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. 

(Doxologia)

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: — Por Cristo, com Cristo, e em Cristo,
— a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo,
— toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: — Amém. Amém. Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR
(Tonus Solemnis)

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: — Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.:  
— Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO
(Agnus Dei - De Angelis)

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se:

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI.
MISERERE NOBIS.

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI.
MISERERE NOBIS.

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI.
DONA NOBIS PACEM

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: — Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: — Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO
(Isto é o meu Corpo)

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

ISTO É O MEU CORPO QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS,
ESTE É O CÁLICE DA NOVA ALIANÇA
NO MEU SANGUE, DIZ O SENHOR.
TODAS AS VEZES QUE O RECEBERDES
FAZEI-O EM MINHA MEMÓRIA.

O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ;
NÃO ME FALTA COISA ALGUMA.

ISTO É O MEU CORPO QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS,
ESTE É O CÁLICE DA NOVA ALIANÇA
NO MEU SANGUE, DIZ O SENHOR.
TODAS AS VEZES QUE O RECEBERDES
FAZEI-O EM MINHA MEMÓRIA.

PELOS PRADOS E CAMPINAS VERDEJANTES
ELE ME LEVA A DESCANSAR.

ISTO É O MEU CORPO QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS,
ESTE É O CÁLICE DA NOVA ALIANÇA
NO MEU SANGUE, DIZ O SENHOR.
TODAS AS VEZES QUE O RECEBERDES
FAZEI-O EM MINHA MEMÓRIA.

PARA AS ÁGUAS REPOUSANTES ME ENCAMINHA,
E RESTAURA AS MINHAS FORÇAS.

ISTO É O MEU CORPO QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS,
ESTE É O CÁLICE DA NOVA ALIANÇA
NO MEU SANGUE, DIZ O SENHOR.
TODAS AS VEZES QUE O RECEBERDES
FAZEI-O EM MINHA MEMÓRIA.

Distribuída a comunhão, a reserva eucarística para a comunhão do dia seguinte é deixada sobre o altar. O sacerdote, junto à cadeira, conclui a Missa com a oração depois da comunhão.

Ⓔ O Bispo não retoma o solidéu.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.:  
— Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
— Ó Deus todo-poderoso, assim como hoje nos renovastes 
— pela Ceia do vosso Filho, dai-nos ser eternamente saciados 
— no banequete do seu reino. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: — Amém.

RITOS FINAIS

TRANSLADAÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
(Vamos todos louvar juntos)

Terminada a oração depois da comunhão, o sacerdote, de pé, põe e abençoa o incenso no turíbulo e, ajoelhado, incensa três vezes o Santíssimo Sacramento. Recebe o véu umeral de cor branca, levanta-se, toma o cibório e o cobre com as extremidades do véu.

Forma-se a procissão da transladação do Santíssimo Sacramento, com tochas e incenso, pela igreja ao lugar da reposição, preparado em alguma parte da igreja ou numa capela convenientemente ornada. À frente vai um ministro leigo com a cruz entre dois outros com castiçais acesos; seguem-se outros levando velas acesas; diante do sacerdote que leva o Santíssimo Sacramento, vai o turiferário com o turíbulo fumegante. Durante a procissão, canta-se o hino Vamos todos louvar juntos (exceto as duas últimas estrofes) ou outro canto eucarístico.

VAMOS TODOS LOUVAR JUNTOS
O MISTÉRIO DE AMOR,
POIS O PREÇO DESTE MUNDO
FOI O SANGUE REDENTOR,
RECEBIDO DE MARIA,
QUE NOS DEU O SALVADOR.
 
VEIO AO MUNDO POR MARIA,
FOI PHOR NÓS QUE ELE NASCEU.
ENSINOU SUA DOUTRINA,
COM OS HOMENS CONVIVEU.
NO FINAL DE SUA VIDA,
UM PRESENTE ELE NOS DEU.
 
OBSERVANDO A LEI MOSAICA,
SE REUNIU COM OS IRMÃOS.
ERA NOITE. DESPEDIDA.
NUMA CEIA: REFEIÇÃO.
DEU-SE AOS DOZE EM ALIMENTO,
PELAS SUAS PRÓPRIAS MÃOS.
 
A PALAVRA DO DEUS VIVO
TRANSFORMOU O VINHO E PÃO
NO SEU SANGUE E NO SEU CORPO
PARA NOSSA SALVAÇÃO.
O MILAGRE NÓS NÃO VEMOS,
BASTA FÉ NO CORAÇÃO
  
Quando a procissão chega ao local da reposição, o sacerdote, se necessário, com a ajuda do diácono, deposita o cibório no tabernáculo, cuja porta fica aberta. Em seguida, coloca incenso no turíbulo e, ajoelhado, incensa o Santíssimo Sacramento enquanto se canta Tão sublime sacramento ou outro canto eucarístico. Depois o diácono ou o próprio sacerdote fecha o tabernáculo.

TÃO SUBLIME SACRAMENTO,
ADOREMOS NESTE ALTAR,
POIS O ANTIGO TESTAMENTO
DEU AO NOVO SEU LUGAR.
VENHA A FÉ POR SUPLEMENTO
OS SENTIDOS COMPLETAR.
 
AO ETERNO PAI CANTEMOS
E A JESUS, O SALVADOR.
AO ESPÍRITO EXALTEMOS,
NA TRINDADE ETERNO AMOR.
AO DEUS UNO E TRINO DEMOS
A ALEGRIA DO LOUVOR.

Após algum tempo de adoração silenciosa, o sacerdote e os ministros fazem genuflexão e voltam à sacristia.

Ⓔ O Bispo, para a saída, recebe a mitra e o báculo.

Em tempo oportuno, retiram-se as toalhas do altar e, se possível, as cruzes da igreja. Convém velar as cruzes que não possam ser retiradas.

Os que participam da Missa vespertina não celebram as vésperas.

Os fiéis sejam exortados a adorarem diante do Santíssimo Sacramento, durante algum tempo da noite, segundo a situação e as circunstâncias do lugar. Contudo, após a meia-noite esta adoração seja feita sem nenhuma Solenidade.

Se na mesma igreja não houver a celebração da Paixão do Senhor na sexta-feira seguinte, a Missa se conclui como de costume e o Santíssimo Sacramento é colocado no tabernáculo.
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