LIVRETO CELEBRATIVO | MISSA VOTIVA AO PRECIOSISMO SANGUE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO


LIVRETO CELEBRATIVO
MISSA VOTIVA AO PRECIOSISMO SANGUE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

01.07.2026

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Cf. Ap 5, 9-10)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Com o vosso sangue, Senhor, remistes homens de toda tribo, língua, povo e nação, e fizestes de nós um reino de sacerdotes para o nosso Deus.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: In nomine Patris et Filii et Spiritus Sancti. 
O povo responde:
℟.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus pai, pela santificação do espírito para obedecer Jesus Cristo e participar da benção e aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.
O povo responde:
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.

Pres.: confessemos os nossos pecados
℟.: Confesso a Deus todo poderoso, e a vós irmãos e irmãs e pequei muitas vezes por pensamentos e palavras atos e omissões, por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, e peço a Virgem Maria e aos anjos e aos santos e a vós irmãos e irmãs que rogueis por mim a Deus nosso senhor.

Segue-se a absolvição:
Pres.: Deus todo poderoso tenha de compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza a vida eterna. 
℟.: Amém

após o ato penitêncial pode-se cantar o (kyrie eleison), e em seguida o glória a deus nas alturas

GLÓRIA

Após o kyrie eleison um diácono ou o presidente, até mesmo um seminarista pode dizer: glória in excelsis Deo.
Então cante-se o glória a Deus nas alturas

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADO.
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO: NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, 
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADO.
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA. SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO, SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADO.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS. VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA. VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADO.
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS, O SENHOR, SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO, COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADO.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
Ó Deus, que redimistes todos os seres humanos pelo precioso Sangue do vosso Filho Unigênito, conservai em nós a obra da vossa misericórdia, para que, celebrando sem cessar o mistério da nossa salvação, alcancemos os seus frutos. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

 PRIMEIRA LEITURA
(Ex 24, 3-8)

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura do Livro do Êxodo.
Naqueles dias, Moisés veio e transmitiu ao povo todas as palavras do Senhor e todos os decretos. O povo respondeu em coro: "Faremos tudo o que o Senhor nos disse". Então Moisés escreveu todas as palavras do Senhor. Levantando-se na manhã seguinte, ergueu ao pé da montanha um altar e doze marcos de pedra pelas doze tribos de Israel. Em seguida, mandou alguns jovens israelitas oferecer holocaustos e imolar novilhos como sacrifícios pacíficos ao Senhor. Moisés tomou metade do sangue e o pôs em vasilhas, e derramou a outra metade sobre o altar. Tomou depois o livro da aliança e o leu em voz alta ao povo, que respondeu: "Faremos tudo o que o Senhor disse e lhe obedeceremos". Moisés, então, com o sangue separado, aspergiu o povo, dizendo: "Este é o sangue da aliança, que o Senhor fez convosco, segundo todas estas palavras".
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Verbum Domini.
Todos respondem:
℟.: Deo gratias.

SALMO RESPONSORIAL
(Salmo 115 (116B)

℟.: O CÁLICE POR NÓS ABENÇOADO É A NOSSA COMUNHÃO COM O SANGUE DO SENHOR 
 
1. QUE PODEREI RETRIBUIR AO SENHOR DEUS POR TUDO AQUILO QUE ELE FEZ EM MEU FAVOR? ELEVO O CÁLICE DA MINHA SALVAÇÃO, INVOCANDO O NOME SANTO DO SENHOR.

2. É SENTIDA POR DEMAIS PELO SENHOR A MORTE DE SEUS SANTOS, SEUS AMIGOS. EIS QUE SOU O VOSSO SERVO, Ó SENHOR, MAS ME QUEBRASTES OS GRILHÕES DA ESCRAVIDÃO!

3. POR ISSO OFERTO UM SACRIFÍCIO DE LOUVOR, INVOCANDO O NOME SANTO DO SENHOR. VOU CUMPRIR MINHAS PROMESSAS AO SENHOR NA PRESENÇA DE SEU POVO REUNIDO.

SEGUNDA LEITURA
(Hb 9, 11-15)

Leitor: Leitura da Carta aos Hebreus.
Cristo veio como sumo sacerdote dos bens futuros. Através de uma tenda maior e mais perfeita, não construída por mãos humanas, isto é, que não faz parte desta criação, e não através do sangue de bodes e bezerros, mas com o seu próprio sangue, entrou no Santuário uma vez por todas, obtendo uma redenção eterna. De fato, se o sangue de bodes e touros, e a cinza de novilhas espalhada sobre os seres impuros os santifica e realiza a pureza ritual dos corpos, quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo a Deus como vítima sem mancha, purificará a nossa consciência das obras mortas, para servirmos ao Deus vivo. Por isso, ele é mediador de uma nova aliança. Pela sua morte, ele reparou as transgressões cometidas no decorrer da primeira aliança. E, assim, aqueles que são chamados recebem a promessa da herança eterna
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Verbum Domini.
Todos respondem:
℟.: Deo gratias.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Cf Ap 1, 5ab)

Todos se levantam.
℟: ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
℣:  Jesus Cristo a testemunha fiel, o primogênito dos mortos, amou nós e purificou-nos dos nossos pecados pelo seu sangue.
℟: ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Jo 19, 31-37)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
.: Dominum vosbiscum.
℟.: Et cum Spiritu tuo.
℣.: Lectio Sancti Evangeli secumdo Ioannis
℟: Glória tibi Domini.
O diácono ou o sacerdote diz:
.: Como era o dia da Preparação, os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era um dia de grande solenidade. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas, mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água. Aquele que viu dá testemunho, e seu testemunho é verdadeiro; ele sabe que fala a verdade, para que também vós acrediteis. Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”. E outra Escritura ainda diz: “Olharão para aquele que transpassaram”.
℣.: Verbum Domini.
℟.: Laus tibi, Christe.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias

Caríssimos irmãos e irmãs,

Hoje a Igreja nos reúne para contemplar um dos mistérios mais profundos da nossa redenção: o Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. Se a cruz é o altar do sacrifício, o sangue derramado é o preço da nossa salvação. Não fomos salvos por ouro nem por prata, nem por obras humanas, mas pelo Sangue do Filho de Deus, derramado por amor à humanidade.

A Sagrada Escritura nos ensina, especialmente na carta aos Hebreus, que Cristo entrou no santuário não com o sangue de animais, como faziam os sacerdotes antigos, mas com o seu próprio sangue, obtendo uma redenção eterna. Isso significa que o sacrifício de Cristo é perfeito, completo e definitivo. Tudo aquilo que os sacrifícios antigos apenas anunciavam, Cristo realizou plenamente na cruz.

O sangue, para o povo bíblico, é a vida. Quando Cristo derrama o seu sangue, Ele derrama a sua vida por nós. Cada gota de sangue derramada na paixão — no Horto das Oliveiras, na flagelação, na coroação de espinhos, no caminho do Calvário e na cruz — fala do amor de Deus pela humanidade. Não foi o sofrimento que nos salvou por si mesmo, mas o amor com que Cristo se ofereceu ao Pai pela nossa salvação.

E esse mistério não ficou apenas no passado. Ele se torna presente em cada Santa Missa. No altar, o mesmo sacrifício da cruz se torna presente de modo sacramental. O cálice que é consagrado não é apenas um símbolo, mas o Sangue da Nova e Eterna Aliança, derramado por nós e por todos para a remissão dos pecados. Assim, cada Missa nos coloca aos pés da cruz e diante do amor infinito de Deus.

Celebrar o Preciosíssimo Sangue de Cristo também nos lembra o valor da nossa alma. Se Cristo derramou o seu sangue por nós, então cada pessoa tem um valor infinito diante de Deus. Nenhuma vida é sem valor, nenhuma alma é esquecida por Deus, porque todas foram compradas pelo Sangue de Cristo.

Mas esse mistério também é um chamado à conversão. Não podemos receber o Sangue de Cristo e continuar vivendo como se Ele não tivesse morrido por nós. Quem foi redimido por Cristo deve viver como redimido: abandonando o pecado, praticando a caridade, vivendo na graça de Deus e caminhando na esperança da vida eterna.

Peçamos hoje que o Preciosíssimo Sangue de Cristo purifique nossas almas, fortaleça nossa fé, aumente nossa esperança e inflame nosso amor a Deus. E que um dia possamos participar da liturgia eterna no céu, onde Cristo, Cordeiro imolado, vive e reina para sempre.

Louvado seja para sempre Jesus Cristo. Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal. 
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Senhor, ao apresentar-vos os dons da nossa oblação, possamos por estes mistérios aproximar-nos de Jesus, o Mediador da nova aliança, e renovar-nos pela aspersão salutar do seu Sangue. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
℟.: Amém.

PREFÁCIO DA PAIXÃO DO SENHOR I
(A força da Cruz)

℣.: Dominum vosbiscum.
℟.: Et cum Spiritu tuo.
℣.: Sursum corda.
℟.: Habemus ad Dominum.
℣.: Gratias agamus Domino Deo nostro.
℟.: Dignum et iustum est.
Na verdade, é digno é justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, pela paixão salvadora de vosso Filho, o mundo inteiro recebeu a graça de proclamar a vossa glória; e, pela força inefável da cruz, manifestou-se o julgamento do mundo e o poder do Crucificado. Por isso, também nós, Senhor, com todos os Anjos e Santos, cheios de alegria, vos aclamamos, cantando a uma só voz:

SANTO

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e  + o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo 
Une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo.
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Inocêncio, com o nosso Arcebispo Gabriel Cardeal Monteiro e seu Auxiliar Kayky Nonato, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

DOXOLOGIA

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

℟.: Agnus Dei Qui Tollis Peccata mundi, MISERERE NOBIS.
Agnus Dei Qui Tollis Peccata mundi, MISERERE NOBIS.
Agnus Dei Qui Tollis Peccata mundi, DONA NOBIS PACEM.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente.  Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Cf. 1Cr 10, 16)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: O cálice de bênção que abençoamos é a comunhão no Sangue de Cristo; e o pão que partimos é a participação no Corpo do Senhor.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.:
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Senhor, saciados com o alimento e a bedida da salvação, sejamos sempre banhados no Sangue do nosso Salvador que se faz para nós fonte de água que jorra para a vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL 

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: Dominum vosbiscum.
℟.: Et cum Spiritu tuo.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.

O sacerdote estende as mãos sobre o povo, dizendo:
Pres.: Deus, Pai de misericórdia, que nos deu o exemplo de amor na Paixão do seu Filho, vos conceda, pela vossa dedicação a Deus e aos irmãos, a graça de sua bênção.
℟.: Amém.

Pres.: Que possais receber a vida eterna por Cristo, que na cruz nos livrou da morte eterna.
℟.: Amém.

Pres.: Seguindo o exemplo de sua humildade, possais participar da glória de sua ressurreição.
℟.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.:
Benedícat vos omnípotens Deus, in nomine Patris + Et filius + et Spiritus Sancti
O povo responde:
℟.: Amen.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Ite in pace
℟.: Deo gratias!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

Postagem Anterior Próxima Postagem