Livreto Celebrativo | Missa Privada do Cabido Metropolitano de São João del Creeper

  


LIVRETO CELEBRATIVO
SANTA MISSA PRIVADA DO CABIDO 
CELEBRADO POR SUA REVERENDÍSSIMA 
   MONSENHOR LEANDRO G. MOLINA
 Basílica Catedral Primaz N. Sra. do Pilar 21.03.26

RITUS INITIALES 

INDROIT 
(Emendemus in melius - Byrd)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

ANTÍFONA DE ENTRADA 

(Cf. Sl 17, 5-7)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:

Pres.: Ondas da morte me envolveram totalmente, e as torrentes da maldade me aterraram; ao Senhor eu invoquei na minha angústia e de seu templo ele escutou a minha voz.

SAUDAÇÃO 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.

O povo responde:

℟.: Amen.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:

Pres.: Gratia vobis et pax a Deo Patre nostro et Domino Iesu Christo.

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL 

Primeira fórmula

Pres.: Fratres, agnoscámus peccáta nostra, ut apti simus ad sacra mystéria celebránda.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

℟.: Confíteor Deo omnipoténti et tibi, frater, quia peccávi nimis cogitatióne, verbo, ópere et omissióne: et, percutientes sibi pectus, dicunt: 

e, batendo no peito, dizem:

mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa. Deinde prosequuntur: Ideo precor beátam Maríam semper Vírginem, omnes Angelos et Sanctos, et te, frater, oráre pro me ad Dóminum Deum nostrum.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Misereátur nostri omnípotens Deus et, dimíssis peccátis nostris, perdúcat nos ad vitam aetérnam.

O povo responde:

℟.: Amen.

INVOCAÇÕES 

(Kyrie)

V./ KYRIE ELEISON 

R./ KYRIE ELEISON 

V./ CHRISTE ELEISON 

R./ CHRISTE ELEISON 

V./ KYRIE ELEISON 

R/. KYRIE ELEISON 


ORAÇÃO COLETA 

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Senhor, na vossa misericórdia dirigi os nossos corações, pois, sem o vosso auxílio, não vos podemos agradar. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.


Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

LITURGIA VERBI 

PRIMEIRA LEITURA 

(Jr 11, 18-20)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura do Livro do Profeta Jeremias

Senhor, avisaste-me e eu entendi; fizeste-me saber as intrigas deles. Eu era como manso cordeiro levado ao sacrifício, e não sabia que tramavam contra mim: “Vamos cortar a árvore em toda a sua força, eliminá-lo do mundo dos vivos, para seu nome não ser mais lembrado”. E tu, Senhor dos exércitos, que julgas com justiça e perscrutas os afetos do coração, concede que eu veja a vingança que tomarás contra eles, pois eu te confiei a minha causa.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Verbum Domini 

Todos aclamam:

℟.: Deo gratias.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SALMO RESPONSORIAL 

(Sl 7, 2-3. 9bc-10. 11-12 (R. 2a))

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

℟.: SENHOR MEU DEUS, EM VÓS PROCURO O MEU REFÚGIO.

​— SENHOR MEU DEUS, EM VÓS PROCURO O MEU REFÚGIO: VINDE SALVAR-ME DO INIMIGO, LIBERTAI-ME! NÃO ACONTEÇA QUE AGARREM MINHA VIDA COMO UM LEÃO QUE DESPEDAÇA A SUA PRESA, SEM QUE NINGUÉM VENHA SALVAR-ME E LIBERTAR-ME!  ℟.

​— JULGAI-ME, SENHOR DEUS, COMO EU MEREÇO E SEGUNDO A INOCÊNCIA QUE HÁ EM MIM! PONDE UM FIM À INIQUIDADE DOS PERVERSOS, E CONFIRMAI O VOSSO JUSTO, Ó DEUS-JUSTIÇA, VÓS QUE SONDAIS OS NOSSOS RINS E CORAÇÕES. ℟.

​— ​O DEUS VIVO É UM ESCUDO PROTETOR, E SALVA AQUELES QUE TÊM RETO CORAÇÃO. DEUS É JUIZ, E ELE JULGA COM JUSTIÇA, MAS É UM DEUS QUE AMEAÇA CADA DIA.   ℟.

Após o salmo, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO 

(Tractus - Lc 8, 15)

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

​​V./ GLORIA TIBI, CHRISTE, VERBUM AETERNUM PATRIS, QUI EST AMOR!

​​℟./ GLORIA TIBI, CHRISTE, VERBUM AETERNUM PATRIS, QUI EST AMOR!

FELIZES OS QUE OBSERVAM A PALAVRA DO SENHOR DE RETO CORAÇÃO E QUE PRODUZEM MUITOS FRUTOS, ATÉ O FIM PERSEVERANTES!

​​V./ GLORIA TIBI, CHRISTE, VERBUM AETERNUM PATRIS, QUI EST AMOR!

​℟. GLORIA TIBI, CHRISTE, VERBUM AETERNUM PATRIS, QUI EST AMOR!

EVANGELHO 

(Jo 7, 40-53)

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:

Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: Dominus vobiscum.

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo. 

O sacerdote, diz:

℣.: Lectio sancti Evangelii secundum Ioánnem 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo aclama:

℟.: Gloria tibi Domine. 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

Então o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, ao ouvirem as palavras de Jesus, algumas pessoas da multidão diziam: “Este é, verdadeiramente, o Profeta”. Outros diziam: “Ele é o Messias”. Mas alguns objetavam: “Porventura o Messias virá da Galileia? Não diz a Escritura que o Messias será da descendência de Davi e virá de Belém, povoado de onde era Davi?” Assim, houve divisão no meio do povo por causa de Jesus. Alguns queriam prendê-lo, mas ninguém pôs as mãos nele. Então, os guardas do Templo voltaram para os sumos sacerdotes e os fariseus, e estes lhes perguntaram: “Por que não o trouxestes?” Os guardas responderam: “Ninguém jamais falou como este homem”. Então os fariseus disseram-lhes: “Também vós vos deixastes enganar? Por acaso algum dos chefes ou dos fariseus acreditou nele? Mas esta gente que não conhece a Lei, é maldita!” Nicodemos, porém, um dos fariseus, aquele que se tinha encontrado com Jesus anteriormente, disse: “Será que a nossa Lei julga alguém, antes de o ouvir e saber o que ele fez?” Eles responderam: “Também tu és galileu, porventura? Vai estudar e verás que da Galileia não surge profeta”. E cada um voltou para sua casa.

Terminado o Evangelho, o sacerdote aclama:

℣.: Verbum Domini. 

O povo aclama:

℟.: Laus tibi, Christe.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA 

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCHARISTICA 

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS 

(Rezado)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

​​Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO 

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Senhor, pelas oferendas que vos apresentamos, possamos ser reconciliados convosco, e nossas vontades, mesmo rebeldes, sejam reconduzidas a vós. Por Cristo, nosso Senhor.

o terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

PREFÁCIO DA QUARESMA I

(O Sentido Espiritual da Quaresma)

Este prefácio deve ser usado nos domingos do Tempo Comum.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: Dominus vobiscum. 

℟.: Et cum spiritu tuo.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Sursum corda.

℟.: Habemus ad Dominum. 

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Gratias agamus Domino Deo nostro. 

℟.: Dignum et iustum est. 

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Todos os anos concedeis a vossos fiéis a graça de se prepararem para celebrar os sacramentos pascais, na alegria de um coração purificado, para que, dedicando-se mais intensamente à oração e às obras de caridade e celebrando os mistérios pelos quais renasceram, alcancem a plenitude da filiação divina. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANCTUS 

(Rezado

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, dizendo:

V./ SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS

R./ DOMINUS DEUS SABAOTH;

V./ PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA.

R./ HOSANNA IN EXCELSIS.

​V./ BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI.

R./ HOSANNA IN EXCELSIS. 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Qui cum Passioni voluntarie traderetur,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

accepit panem et gratias agens fregit, deditque discipulis suis, dicens:

inclina-se levemente

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Simili modo, postquam cenatum est,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

accipiens et calicem iterum tibi gratias agens dedit discipulis suis, dicens:

inclina-se levemente

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé!

A assembleia aclama:

℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Inocêncio. (Leão na realidade), com o nosso Bispo Wesley Miguel (Dimas na realidade), os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus a senhora do Pilar, São José, seu esposo, os Apóstolos, Santos Francisco e Jacinta Marto e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos

une as mãos

por Jesus Cristo, vosso Filho.

DOXOLÓGIA 

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Per ipsum, et chuhm ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria per omnia sǽcula sæculorum.

A assembleia aclama:

 ℟.: Amen! 

ORAÇÃO DO SENHOR 

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:

Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Líbera nos, quaesumus, Dómine, ab ómnibus malis, da propítius pacem in diébus nostris, ut, ope misericórdiae tuae adiúti, et a peccáto simus semper líberi et ab omni perturbatióne secúri: exspectántes beátam spem et advéntum Salvatóris nostri Iesu Christi. 

O sacerdote une as mãos. 

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Quia tuum est regnum, et potéstas, et glória in saecula.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Dómine Iesu Christe, qui dixísti Apóstolis tuis: Pacem relínquo vobis, pacem meam do vobis: ne respícias peccáta nostra, sed fidem Ecclésiae tuae; eámque secúndum voluntátem tuam pacificáre et coadunáre dignéris.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Qui vivis et regnas in saecula saeculórum.

O povo responde:

℟.: Amen.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A Pax Dómini sit semper vobíscum. 

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo 

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

FRAÇÃO DO PÃO 

(Rezado)

V./ AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA 

R./ MUNDI MISERÉRE NOBIS 

V./ AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA 

R./ MUNDI MISERÉRE NOBIS 

V./ AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI 

V./ DONA NOBIS PACEM 

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

ANTÍFONA DE COMUNHÃO 

(1Pd 1, 18-19)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:

Pres.: Pelo precioso sangue de Cristo, cordeiro sem defeito e sem mancha, fostes resgatados.

COMMUNIONEM 

(Rezado)

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO 

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Nós vos pedimos, Senhor, que o vosso sacramento nos purifique e o seu poder santificador nos torne agradáveis aos vossos olhos. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

RITUS CONCLUSIONIS 

ORAÇÃO JUBILAR DA ARQUIDIOCESE DE SÃO JOÃO DEL CREEPER 

Pres.: Ó Deus Pai, Filho e Espírito Santo, nós te damos graças e te bendizemos por tantas maravilhas realizadas na tua Igreja nesta Arquidiocese de São João del Creeper, ao longo destes cinco anos de ação evangelizadora. Conduzidos pela caridade de Cristo, somos chamados a testemunhar com fé, esperança e caridade, na justiça e na paz, o Batismo que nos lavou, o Sangue que nos deu nova vida e o Espírito que nos ungiu. Anunciando a Boa-Nova em novos tempos, queremos seguir em missão, atentos aos clamores e às necessidades de nossos irmãos, guiados e iluminados pelo teu Espírito, vivendo da misericórdia que vem de ti. Dá-nos a graça de responder com fidelidade às exigências da ação evangelizadora da Igreja, formando teu povo e colaborando na construção do teu Reino. Nossa Senhora do Pilar, nossa Mãe e Padroeira, intercede por nós. 

℟.: Amém.

AVISOS

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

20h00min | Acolhida do Santo Padre e início da visita apostólica a Arquidiocese de Mariana.

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: Dominus vobiscum. 

℟.: Et cum spiritu tuo.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:

Pres.: Benedícat vos omnípotens Deus, Pater, et Fílius +, et Spíritus Sanctus.

℟.: Amen.

O próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

℣.: Ite, missa est.

O povo responde:

℟.: Deo gratias.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

 ANTÍFONA MARIANA 

(Ave Maria)

​​V./ AVE MARIA, GRATIA PLENA, DOMINUS TECUM.

R./ BENEDICTA TU IN MULIERIBUS,

V./ ET BENEDICTUS FRUCTUS VENTRIS TUI, JESUS.

​R./ SANCTA MARIA, MATER DEI,

V./ ORA PRO NOBIS PECCATORIBUS,

R./ NUNC ET IN HORA MORTIS NOSTRÆ. AMEN.

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