Livreto Celebrativo | Missa Privada Cabido Metropolitano de São João del Creeper

 


LIVRETO CELEBRATIVO
SANTA MISSA PRIVADA DO CABIDO 
CELEBRADO POR SUA REVERENDÍSSIMA 
   MONSENHOR LEANDRO G. MOLINA
 Basílica Catedral Primaz N. Sra. do Pilar 25.03.26

RITUS INITIALES 

INDROIT 
(Emendemus in melius - Byrd)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

EMENDEMUS IN MELIUS QUÆ PECCAVIMUS

 IGNORANTIA; NE SUBITO PRÆOCCUPATI DIE

 MORTIS, QUÆRAMUS SPATIUM PÆNITENTIÆ,

 ET INVENIRE NON POSSIMUS. ATTENDE,

 DOMINE, ET MISERERE; QUIA PECCAVIMUS TIBI.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

SAUDAÇÃO 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.

O povo responde:

℟.: Amen.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:

Pres.: Gratia vobis et pax a Deo Patre nostro et Domino Iesu Christo.

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL 

Primeira fórmula

Pres.: Fratres, agnoscámus peccáta nostra, ut apti simus ad sacra mystéria celebránda.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

℟.: Confíteor Deo omnipoténti et tibi, frater, quia peccávi nimis cogitatióne, verbo, ópere et omissióne: et, percutientes sibi pectus, dicunt: 

e, batendo no peito, dizem:

mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa. Deinde prosequuntur: Ideo precor beátam Maríam semper Vírginem, omnes Angelos et Sanctos, et te, frater, oráre pro me ad Dóminum Deum nostrum.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Misereátur nostri omnípotens Deus et, dimíssis peccátis nostris, perdúcat nos ad vitam aetérnam.

O povo responde:

℟.: Amen.

INVOCAÇÕES 

(Kyrie - Missa XVI)

KYRIE ELEISON 

KYRIE ELEISON 

CHRISTE ELEISON 

CHRISTE ELEISON 

KYRIE ELEISON 

KYRIE ELEISON 


ORAÇÃO COLETA 

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Purificai-nos, ó Deus todo-poderoso, para que, pelo fervor da penitência quaresmal, cheguemos de coração sincero à Páscoa que se aproxima. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.


Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

LITURGIA VERBI 

PRIMEIRA LEITURA 

(Gn 37, 3-4. 12-13a. 17b-28)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura do Livro do Gênesis.

Israel amava mais a José do que a todos os outros filhos, porque lhe tinha nascido na velhice. E por isso mandou fazer para ele uma túnica de mangas longas. Vendo os irmãos que o pai o amava mais do que a todos eles, odiavam-no e já não lhe podiam falar pacificamente. Ora, como os irmãos de José tinham ido apascentar o rebanho do pai em Siquém, adisse Israel a José: “Teus irmãos devem estar com os rebanhos em Siquém. Vem, vou enviar-te a eles”. Partiu, pois, José atrás de seus irmãos e encontrou-os em Dotaim. Eles, porém, tendo-o visto ao longe, antes que se aproximasse, tramaram a sua morte. Disseram entre si: “Aí vem o sonhador! Vamos matá-lo e lançá-lo numa cisterna, depois diremos que um animal feroz o devorou. Assim veremos de que lhe servem os sonhos”. Rúben, porém, ouvindo isto, disse-lhes: “Não lhe tiremos a vida”! E acrescentou: “Não derrameis sangue, mas lançai-o naquela cisterna do deserto, e não o toqueis com as vossas mãos”. Dizia isto, porque queria livrá-lo das mãos deles e devolvê-lo ao pai. Assim que José chegou perto dos irmãos, estes despojaram-no da túnica de mangas longas, pegaram nele e lançaram-no numa cisterna que não tinha água. Depois, sentaram-se para comer. Levantando os olhos, avistaram uma caravana de ismaelitas, que se aproximava, proveniente de Galaad. Os camelos iam carregados de especiarias, bálsamo e resina, que transportavam para o Egito. E Judá disse aos irmãos: “Que proveito teríamos em matar nosso irmão e ocultar o seu sangue? É melhor vendê-lo a esses ismaelitas e não manchar nossas mãos, pois ele é nosso irmão e nossa carne”. Concordaram os irmãos com o que dizia. Ao passarem os comerciantes madianitas, tiraram José da cisterna, e por vinte moedas de prata o venderam aos ismaelitas: e estes o levaram para o Egito.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Verbum Domini 

Todos aclamam:

℟.: Deo gratias.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SALMO RESPONSORIAL 

(Sl 104(105), 16-17. 18-19. 20-21 (R. 5a))

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

℟.: LEMBRAI SEMPRE AS MARAVILHAS DO SENHOR!

​— MANDOU VIR, ENTÃO, A FOME SOBRE A TERRA E OS PRIVOU DE TODO PÃO QUE OS SUSTENTAVA; UM HOMEM ENVIARA À SUA FRENTE, JOSÉ QUE FOI VENDIDO COMO ESCRAVO.  ℟.

​— APERTARAM OS SEUS PÉS ENTRE GRILHÕES E AMARRARAM SEU PESCOÇO COM CORRENTES, ATÉ QUE SE CUMPRISSE O QUE PREVIRA, E A PALAVRA DO SENHOR LHE DEU RAZÃO. ! ℟.

​— ​ORDENOU, ENTÃO, O REI QUE O LIBERTASSEM, O SOBERANO DAS NAÇÕES MANDOU SOLTÁ-LO; FEZ DELE O SENHOR DE SUA CASA, E DE TODOS OS SEUS BENS O DESPENSEIRO.  ℟.

Após o salmo, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO 

(Laus tibi Christe)

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

​​V./ LAUS TIBI, CHRISTE, REX ÆTERNÆ GLORIÆ.

​​℟./ LAUS TIBI, CHRISTE, REX ÆTERNÆ GLORIÆ.

​​V./ LAUS TIBI, CHRISTE, REX ÆTERNÆ GLORIÆ.

​℟. LAUS TIBI, CHRISTE, REX ÆTERNÆ GLORIÆ.

EVANGELHO 

(Mt 9, 14-15)

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:

Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: Dominus vobiscum.

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo. 

O sacerdote, diz:

℣.: Lectio sancti Evangelii secundum Matthaéum 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo aclama:

℟.: Gloria tibi Domine. 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

Então o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, dirigindo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo, disse-lhes: “Escutai esta outra parábola: Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, fez nela um lagar para esmagar as uvas e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou-a a vinhateiros, e viajou para o estrangeiro. Quando chegou o tempo da colheita, o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros para receber seus frutos. Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados, espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro apedrejaram. O proprietário mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles os trataram da mesma forma. Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles vão respeitar’. Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo e tomar posse da sua herança!’ Então agarraram o filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram. 40Pois bem, quando o dono da vinha voltar, que fará com esses vinhateiros?” Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam: “Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo”. Então Jesus lhes disse: “Vós nunca lestes nas Escrituras: ‘a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos?” Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos”.Os sumos sacerdotes e fariseus ouviram as parábolas de Jesus, e compreenderam que estava falando deles. Procuraram prendê-lo, mas ficaram com medo das multidões, pois elas consideravam Jesus um profeta.

Terminado o Evangelho, o sacerdote aclama:

℣.: Verbum Domini. 

O povo aclama:

℟.: Laus tibi, Christe.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA 

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCHARISTICA 

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS 

(In spíritu humilitátis - Croce)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

​​​​IN SPIRITU HUMILITATIS, ET IN ANIMO

 CONTRITO SUSCIPIAMUR A TE, DOMINE: ET

 SIC FIAT SACRIFICIUM NOSTRUM IN

 CONSPECTU TUO HODIE, UT PLACEAT TIBI, DOMINE DEUS.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO 

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Nós vos pedimos, ó Deus, que a vossa misericórdia prepare os vossos fiéis e os leve, por uma vida santa, à plenitude dos mistérios que celebramos. Por Cristo, nosso Senhor.

o terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

PREFÁCIO DA QUARESMA I

(O Sentido Espiritual da Quaresma)

Este prefácio deve ser usado nos domingos do Tempo Comum.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: Dominus vobiscum. 

℟.: Et cum spiritu tuo.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Sursum corda.

℟.: Habemus ad Dominum. 

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Gratias agamus Domino Deo nostro. 

℟.: Dignum et iustum est. 

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Todos os anos concedeis a vossos fiéis a graça de se prepararem para celebrar os sacramentos pascais, na alegria de um coração purificado, para que, dedicando-se mais intensamente à oração e às obras de caridade e celebrando os mistérios pelos quais renasceram, alcancem a plenitude da filiação divina. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANCTUS 

(Sanctus - Missa XVIII

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando:

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS

DOMINUS DEUS SABAOTH;

PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA.

HOSANNA IN EXCELSIS.

​BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI.

HOSANNA IN EXCELSIS. 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

A assembleia aclama:

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Qui cum Passioni voluntarie traderetur,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

accepit panem et gratias agens fregit, deditque discipulis suis, dicens:

inclina-se levemente

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Simili modo, postquam cenatum est,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

accipiens et calicem iterum tibi gratias agens dedit discipulis suis, dicens:

inclina-se levemente

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé!

A assembleia aclama:

℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

A assembleia aclama:

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

A assembleia aclama:

℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Inocêncio. (Leão na realidade), com o nosso Bispo Wesley Miguel (Dimas na realidade), os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

A assembleia aclama:

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

A assembleia aclama:

℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus a senhora do Pilar, São José, seu esposo, os Apóstolos, Santos Francisco e Jacinta Marto e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos

une as mãos

por Jesus Cristo, vosso Filho.

DOXOLÓGIA 

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Per ipsum, et chuhm ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria per omnia sǽcula sæculorum.

A assembleia aclama:

 ℟.: Amen! 

ORAÇÃO DO SENHOR 

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:

Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Líbera nos, quaesumus, Dómine, ab ómnibus malis, da propítius pacem in diébus nostris, ut, ope misericórdiae tuae adiúti, et a peccáto simus semper líberi et ab omni perturbatióne secúri: exspectántes beátam spem et advéntum Salvatóris nostri Iesu Christi. 

O sacerdote une as mãos. 

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Quia tuum est regnum, et potéstas, et glória in saecula.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Dómine Iesu Christe, qui dixísti Apóstolis tuis: Pacem relínquo vobis, pacem meam do vobis: ne respícias peccáta nostra, sed fidem Ecclésiae tuae; eámque secúndum voluntátem tuam pacificáre et coadunáre dignéris.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Qui vivis et regnas in saecula saeculórum.

O povo responde:

℟.: Amen.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A Pax Dómini sit semper vobíscum. 

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo 

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

FRAÇÃO DO PÃO 

(Agnus Dei - Missa XVIII)

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA 

MUNDI MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA 

MUNDI MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI 

DONA NOBIS PACEM 

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

℟.: Amém.

E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

COMMUNIONEM 

(Scapulis suis - Malcolm)

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

​SCAPULIS SUIS OBUMBRABIT TIBI, ET SUB

 PENNIS EIUS SPERABIS: SCUTO CIRCUMDABIT

 TE VERITAS EIUS. NON TIMEBIS A TIMORE

 NOCTURNO, A SAGITTA VOLANTE IN DIE.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO 

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Dai-nos, Senhor, caminhar de tal modo, que possamos alcançar a salvação eterna, cujo penhor acabamos de receber. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

RITUS CONCLUSIONIS 

ORAÇÃO JUBILAR DA ARQUIDIOCESE DE SÃO JOÃO DEL CREEPER 

Pres.: Ó Deus Pai, Filho e Espírito Santo, nós te damos graças e te bendizemos por tantas maravilhas realizadas na tua Igreja nesta Arquidiocese de São João del Creeper, ao longo destes cinco anos de ação evangelizadora. Conduzidos pela caridade de Cristo, somos chamados a testemunhar com fé, esperança e caridade, na justiça e na paz, o Batismo que nos lavou, o Sangue que nos deu nova vida e o Espírito que nos ungiu. Anunciando a Boa-Nova em novos tempos, queremos seguir em missão, atentos aos clamores e às necessidades de nossos irmãos, guiados e iluminados pelo teu Espírito, vivendo da misericórdia que vem de ti. Dá-nos a graça de responder com fidelidade às exigências da ação evangelizadora da Igreja, formando teu povo e colaborando na construção do teu Reino. Nossa Senhora do Pilar, nossa Mãe e Padroeira, intercede por nós. 

R.: Amém.

AVISOS

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

 20h:00m | Posse de Dom Emanuel Cardeal Gomes como arcebispo de Mariana.

Sábado 19h00m | Reunião Geral com todo Clero Arquidiocesano  

Domingo 10h00m | Missa Dominical na Catedral 

Domingo 21h00m | Missa dominical Pontíficia

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: Dominus vobiscum. 

℟.: Et cum spiritu tuo.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, faz o convite:

Pres.: Inclinai-vos para receber a bênção 

Em seguida, o sacerdote estende as mãos sobre o povo, reza a oração, 

Pres.: Confirmai, Senhor, nós vos pedimos, os corações dos vossos fiéis e fortalecei-os com a vossa graça, para que sejam devotos na suplica e sinceros no amor mútuo. Por Cristo, nosso Senhor.
à qual todos respondem:

℟.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:

Pres.: Benedícat vos omnípotens Deus, Pater, et Fílius +, et Spíritus Sanctus.

℟.: Amen.

O próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

℣.: Ite, missa est.

O povo responde:

℟.: Deo gratias.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

 ANTÍFONA MARIANA 

(Ave Maria - Gregorian Modo I)

​​AVE MARIA, GRATIA PLENA, DOMINUS TECUM.

BENEDICTA TU IN MULIERIBUS,

ET BENEDICTUS FRUCTUS VENTRIS TUI, JESUS.

​SANCTA MARIA, MATER DEI,

ORA PRO NOBIS PECCATORIBUS,

NUNC ET IN HORA MORTIS NOSTRÆ. AMEN.

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