Livreto Celebrativo | Santa Missa na Diocese de Leiria-Fátima

  


LIVRETO CELEBRATIVO
SANTA MISSA NA DIOCESE DE LEIRIA
CELEBRADO POR SUA REVERENDÍSSIMA 
   MONSENHOR LEANDRO G. MOLINA
 Santuário Diocesano Sto. Antônio de Pádua 24.03.26

RITUS INITIALES 

INDROIT 
(Iudica me, Deus)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

IUDICA ME, DEUS, ET DISCÉRNE CAUSAM MEAM DE GENTE NON SANCTA: AB HÓMINE INÍQUO ET DOLÓSO ÉRIPE ME: QUIA TU ES DEUS MEUS, ET FORTITÚDO MEA.

(julga-me, ó deus, e defende a minha causa contra a gente infiel: livra-me do homem iníquo e enganador: pois tu és o meu deus e a minha fortaleza.)

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

SAUDAÇÃO 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.

O povo responde:

℟.: Amen.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:

Pres.: Gratia vobis et pax a Deo Patre nostro et Domino Iesu Christo.

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL 

Primeira fórmula

Pres.: Fratres, agnoscámus peccáta nostra, ut apti simus ad sacra mystéria celebránda.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

℟.: Confíteor Deo omnipoténti et tibi, frater, quia peccávi nimis cogitatióne, verbo, ópere et omissióne: et, percutientes sibi pectus, dicunt: 

e, batendo no peito, dizem:

mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa. Deinde prosequuntur: Ideo precor beátam Maríam semper Vírginem, omnes Angelos et Sanctos, et te, frater, oráre pro me ad Dóminum Deum nostrum.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Misereátur nostri omnípotens Deus et, dimíssis peccátis nostris, perdúcat nos ad vitam aetérnam.

O povo responde:

℟.: Amen.

INVOCAÇÕES 

(Missa XVI)

V./ KYRIE ELEISON 

R./ KYRIE ELEISON 

V./ CHRISTE ELEISON 

R./ CHRISTE ELEISON 

V./ KYRIE ELEISON 

R/. KYRIE ELEISON 


ORAÇÃO COLETA 

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Concedei-nos, Senhor, perseverar na vossa vontade, para que, em nossos dias, cresça em número e santidade o povo que vos serve. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.


Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

LITURGIA VERBI 

PRIMEIRA LEITURA 

(Nm 21, 4-9)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura do Livro dos Números

Naqueles dias, s filhos de Israel partiram do monte Hor, pelo caminho que leva ao mar Vermelho, para contornarem o país de Edom. Durante a viagem, o povo começou a impacientar-se, e se pôs a falar contra Deus e contra Moisés, dizendo: “Por que nos fizestes sair do Egito para morrermos no deserto? Não há pão, falta água, e já estamos com nojo desse alimento miserável”. Então o Senhor mandou contra o povo serpentes venenosas, que os mordiam; e morreu muita gente em Israel. O povo foi ter com Moisés e disse: “Pecamos, falando contra o Senhor e contra ti. Roga ao Senhor que afaste de nós as serpentes”. Moisés intercedeu pelo povo, e o Senhor respondeu: “Faze uma serpente abrasadora e coloca-a como sinal sobre uma haste; aquele que for mordido e olhar para ela viverá”. Moisés fez, pois, uma serpente de bronze e colocou-a como sinal sobre uma haste. Quando alguém era mordido por uma serpente, e olhava para a serpente de bronze, ficava curado.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Verbum Domini 

Todos aclamam:

℟.: Deo gratias.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SALMO RESPONSORIAL 

(Sl 7, 2-3. 9bc-10. 11-12 (R. 2a))

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

℟.: OUVI, SENHOR, E ESCUTAI MINHA ORAÇÃO E CHEGUE ATÉ VÓS O MEU CLAMOR.

​— OUVI, SENHOR, E ESCUTAI MINHA ORAÇÃO, E CHEGUE ATÉ VÓS O MEU CLAMOR! DE MIM NÃO OCULTEIS A VOSSA FACE NO DIA EM QUE ESTOU ANGUSTIADO! INCLINAI O VOSSO OUVIDO PARA MIM, AO INVOCAR-VOS ATENDEI-ME SEM DEMORA!   ℟.

​— AS NAÇÕES RESPEITARÃO O VOSSO NOME, E OS REIS DE TODA A TERRA, A VOSSA GLÓRIA; QUANDO O SENHOR RECONSTRUIR JERUSALÉM E APARECER COM GLORIOSA MAJESTADE, ELE OUVIRÁ A ORAÇÃO DOS OPRIMIDOS E NÃO DESPREZARÁ A SUA PRECE. ℟.

​— ​PARA AS FUTURAS GERAÇÕES SE ESCREVA ISTO, E UM POVO NOVO A SER CRIADO LOUVE A DEUS. ELE INCLINOU-SE DE SEU TEMPLO NAS ALTURAS, E O SENHOR OLHOU A TERRA DO ALTO CÉU, PARA OS GEMIDOS DOS CATIVOS ESCUTAR E DA MORTE LIBERTAR OS CONDENADOS. ℟.

Após o salmo, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO 

(Tractus)

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

​​SAEPE EXPUGNAVERUNT ME A IUVENTUTE MEA.

(muitas vezes me combateram desde a minha juventude.)

​V./ DICAT NUNC ISRAEL: SAEPE EXPUGNAVERUNT ME A IUVENTUTE MEA.

(v. diga-o agora israel: muitas vezes me combateram desde a minha juventude.)

​V./ ETENIM NON POTUERUNT MIHI: SUPRA DORSUM MEUM FABRICAVERUNT PECCATORES.

(v. todavia, não prevaleceram contra mim: sobre as minhas costas fabricaram os pecadores.)

​V./ PROLONGAVERUNT INIQUITATEM SUAM: DOMINUS IUSTUS CONCIDET CERVICES PECCATORUM.

(v. prolongaram a sua iniquidade: o senhor, que é justo, cortará as cervizes dos pecadores.)

EVANGELHO 

(Jo 8, 21-30)

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:

Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: Dominus vobiscum.

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo. 

O sacerdote, diz:

℣.: Lectio sancti Evangelii secundum Ioánnem 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo aclama:

℟.: Gloria tibi Domine. 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

Então o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: “Eu parto e vós me procurareis, mas morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou, vós não podeis ir”. Os judeus comentavam: “Por acaso, vai-se matar? Pois ele diz: ‘Para onde eu vou, vós não podeis ir?’” Jesus continuou: “Vós sois daqui de baixo, eu sou do alto. Vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. Disse-vos que morrereis nos vossos pecados, porque, se não acreditais que eu sou, morrereis nos vossos pecados”. Perguntaram-lhe pois: “Quem és tu, então?” Jesus respondeu: “O que vos digo, desde o começo. Tenho muitas coisas a dizer a vosso respeito, e a julgar também. Mas aquele que me enviou é fidedigno, e o que ouvi da parte dele é o que falo para o mundo”. Eles não compreenderam que lhes estava falando do Pai. Por isso, Jesus continuou: “Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que eu sou, e que nada faço por mim mesmo, mas apenas falo aquilo que o Pai me ensinou. Aquele que me enviou está comigo. Ele não me deixou sozinho, porque sempre faço o que é de seu agrado”. Enquanto Jesus assim falava, muitos acreditaram nele.

Terminado o Evangelho, o sacerdote aclama:

℣.: Verbum Domini. 

O povo aclama:

℟.: Laus tibi, Christe.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA 

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCHARISTICA 

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS 

(Confitebor tibi)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

CONFITEBOR TIBI, DOMINE, IN TOTO CORDE MEO: RETRIBUE SERVO TUO: VIVAM, ET CUSTODIAM SERMONES TUOS: VIVIFICA ME SECUNDUM VERBUM TUUM, DOMINE.

(louvar-te-ei, senhor, de todo o meu coração: sê generoso com o teu servo: para que eu viva e guarde as tuas palavras: vivifica-me segundo a tua palavra, senhor.)

​​Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO 

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Nós vos oferecemos, Senhor, o sacrifício que nos reconcilia convosco, para que perdoeis, em vossa misericórdia, os nossos pecados e orienteis os corações vacilantes. Por Cristo, nosso Senhor.

o terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

PREFÁCIO DA PAIXÃO DO SENHOR I

(O Poder da Cruz)

Este prefácio deve ser usado nos domingos do Tempo Comum.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: Dominus vobiscum. 

℟.: Et cum spiritu tuo.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Sursum corda.

℟.: Habemus ad Dominum. 

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Gratias agamus Domino Deo nostro. 

℟.: Dignum et iustum est. 

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, pela paixão salvadora do vosso Filho, o mundo inteiro recebeu a missão de proclamar a vossa glória. A força radiante da cruz manifesta o julgamento do mundo e o poder de Jesus Crucificado. Por isso, Senhor, também nós, com todos os Anjos e Santos, vos aclamamos, cantando a uma só voz:

SANCTUS 

( Missa XVIII

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, dizendo:

V./ SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS

R./ DOMINUS DEUS SABAOTH;

V./ PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA.

R./ HOSANNA IN EXCELSIS.

​V./ BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI.

R./ HOSANNA IN EXCELSIS. 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Qui cum Passioni voluntarie traderetur,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

accepit panem et gratias agens fregit, deditque discipulis suis, dicens:

inclina-se levemente

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Simili modo, postquam cenatum est,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

accipiens et calicem iterum tibi gratias agens dedit discipulis suis, dicens:

inclina-se levemente

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé!

A assembleia aclama:

℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Inocêncio. (Leão na realidade), com o bispo dessa diocese Itália Santos e seu auxiliar  Gabriel dos Santos (José Ornelas  na realidade), os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus a senhora de Fátima, São José, seu esposo, os Apóstolos, Santo Antônio, Santa Catarina da Suécia o e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos

une as mãos

por Jesus Cristo, vosso Filho.

DOXOLÓGIA 

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Per ipsum, et chuhm ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria per omnia sǽcula sæculorum.

A assembleia aclama:

 ℟.: Amen! 

ORAÇÃO DO SENHOR 

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:

Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Líbera nos, quaesumus, Dómine, ab ómnibus malis, da propítius pacem in diébus nostris, ut, ope misericórdiae tuae adiúti, et a peccáto simus semper líberi et ab omni perturbatióne secúri: exspectántes beátam spem et advéntum Salvatóris nostri Iesu Christi. 

O sacerdote une as mãos. 

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Quia tuum est regnum, et potéstas, et glória in saecula.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Dómine Iesu Christe, qui dixísti Apóstolis tuis: Pacem relínquo vobis, pacem meam do vobis: ne respícias peccáta nostra, sed fidem Ecclésiae tuae; eámque secúndum voluntátem tuam pacificáre et coadunáre dignéris.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Qui vivis et regnas in saecula saeculórum.

O povo responde:

℟.: Amen.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A Pax Dómini sit semper vobíscum. 

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo 

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

FRAÇÃO DO PÃO 

(Missa VXII)

V./ AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA 

R./ MUNDI MISERÉRE NOBIS 

V./ AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA 

R./ MUNDI MISERÉRE NOBIS 

V./ AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI 

V./ DONA NOBIS PACEM 

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

COMMUNIONEM 

(Videns Dóminus)

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

VIDENS DÓMINUS FLENTES SORÓRES LÁZARI AD MONUMÉNTUM, LACRIMÁTUS EST CORAM IUDAÉIS, ET CLAMÁBAT: LÁZARE, VENI FORAS: ET PRÓDIIT LIGÁTIS MÁNIBUS ET PÉDIBUS, QUI FÚERAT QUATRIDUÁNUS MÓRTUUS.

(vendo o senhor as irmãs de lázaro chorando junto ao sepulcro, chorou diante dos judeus e clamava: lázaro, vem para fora: e saiu, com as mãos e os pés atados, aquele que estava morto havia quatro dias.)

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO 

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Concedei-nos, ó Deus todo-poderoso, que participando assiduamente dos vossos mistérios, nos aproximemos sempre mais dos bens celestes. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

RITUS CONCLUSIONIS 

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: Dominus vobiscum. 

℟.: Et cum spiritu tuo.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:

Pres.: Benedícat vos omnípotens Deus, Pater, et Fílius +, et Spíritus Sanctus.

℟.: Amen.

O próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

℣.: Ite, missa est.

O povo responde:

℟.: Deo gratias.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

 ANTÍFONA MARIANA 

(Ave Maria)

​​V./ AVE MARIA, GRATIA PLENA, DOMINUS TECUM.

R./ BENEDICTA TU IN MULIERIBUS,

V./ ET BENEDICTUS FRUCTUS VENTRIS TUI, JESUS.

​R./ SANCTA MARIA, MATER DEI,

V./ ORA PRO NOBIS PECCATORIBUS,

R./ NUNC ET IN HORA MORTIS NOSTRÆ. AMEN.

Postagem Anterior Próxima Postagem